Quem Passou No Enem 2025 Conta O Que Funcionou De Verdade
Aprovados pela Filadd explicam o que fazer nas primeiras semanas de preparação e os erros mais comuns de quem deixa para depois
Todo ano, milhares de estudantes seguem conselhos genéricos sobre como se preparar para o Enem. Estudem mais, façam simulados, cuidem do emocional. O problema é que conselho genérico não resolve dúvida específica. O que funciona de verdade está nas histórias de quem já percorreu esse caminho.
A Filadd, cursinho online pré-vestibular com mais de 30.000 alunos no Brasil e mais de 1,5 milhão de alunos na América Latina, reuniu relatos de estudantes aprovados em 2025 para mostrar, na prática, o que fez a diferença na preparação de cada um. O recorte é oportuno: o Enem 2025 registrou 4,8 milhões de inscritos confirmados, um aumento de mais de 11% em relação à edição anterior, segundo o Ministério da Educação. Com mais de 70% dos concluintes da rede pública entre os inscritos, nunca foi tão urgente encontrar caminhos de preparação que caibam na vida real de quem estuda.
O choque do treineiro que revelou a defasagem real

Lorena assinou a Filadd em janeiro, mas não levou muito a sério nos primeiros meses. Achava que não precisava, afinal, nunca tinha precisado sentar para estudar de verdade. A virada veio em março, quando saiu o resultado do seu Enem de treineira. "Eu achei que eu ia ir muito melhor do que eu tinha ido", conta.
Além de estudar, ela trabalhava e ainda frequentava a escola, o que tornava qualquer cronograma rígido inviável desde o início. Sua mentora sugeriu uma alternativa: estudar enquanto aguentasse, com calma, sem metas fixas de horas. "Eu estudava um tanto considerável, mas não gostava de fixar isso para não ficar penada nessa cobrança", lembra. A flexibilidade foi o que tornou o estudo sustentável.
A maior resistência foi em matemática. Por meses, Lorena recusou a sugestão de voltar ao módulo de matemática básica. "Não, muita humilhação para mim ver matemática básica", admite. Quando finalmente cedeu, a surpresa foi completa. "Eu vi que realmente só tinha dificuldade no básico e que eu era boa em matemática. Tanto que eu pensei em fazer engenharia." O conselho que dá a quem começa: não entrar na bolha de estudos do TikTok. "Parece que virou praticamente uma profissão você ser vestibulando. Não tinha vergonha de voltar ao básico. Quando eu aceitei e realmente fui estudar, foi muito mais rápido e muito melhor do que eu imaginava."
A ruptura com a rigidez depois de três tentativas

Elisa tentou por três anos antes de passar em Medicina. Nos dois primeiros, cursinho presencial integral: entrava às 7h, saía às 20h. No terceiro, o ano que passou, trocou a rotina engessada por algo muito mais fluido, com a Filadd. Parou de assistir aula para tudo e concentrou energia no que ainda tinha margem real de crescimento.
A diferença concreta foi o volume de questões. "O diferencial no ano que eu passei foi o número de questões que eu fiz", afirma. Ela também passou a mandar dúvidas pelo aplicativo da plataforma com foto, áudio e até vídeo explicando seu raciocínio, e os professores respondiam rapidamente, de forma organizada. "A maioria dos cursinhos disponibilizava o WhatsApp e eu nunca gostei disso porque as perguntas se perdiam no grupo. Esse aplicativo era muito organizado."
O que a impediu de desistir foi olhar para o caminho percorrido. "Parecia que era tarde demais para desistir, visto o tanto que já tinha percorrido. Quanto mais tempo passava, mais eu via que tinha que ir até o fim."
A virada de quem aprendeu a querer errar

Pedro queria uma vaga em Psicologia numa universidade pública e sabia que a conquista ia mudar sua vida. A mentoria foi o que organizou não só o cronograma, mas a cabeça. "Sempre que eu precisava, estava tendo alguma ansiedade, minha mentora conseguia me ajudar, não só com palavras de conforto, mas também em estratégia", conta. Nos momentos em que quis desistir, o que o manteve foi olhar para o sonho à frente. "É o meu sonho. Isso aqui é temporário. Eu vou estudar agora para nunca mais ter que ver isso na minha vida."
A dica mais honesta que carrega da experiência: encarar o erro como ferramenta, não como sinal de incapacidade. "Você tem que querer errar. O período de errar é agora." Foi errando, revisando e entendendo o que não sabia que Pedro construiu a base que o levou à aprovação.
A descoberta tardia do próprio método de estudo

Luana chegou ao cursinho com lacunas acumuladas desde o ensino médio, boa parte delas por causa da pandemia, que pegou o nono ano e o primeiro ano do EM em cheio. Seu erro principal, ela conta hoje, foi tentar encaixar formatos prontos de estudo que não eram seus: videoaulas, aulas ao vivo, cronogramas copiados da internet. Nada funcionava. A virada foi descobrir que estudo é individual. "Quando eu entendi o meu jeito de estudar, tudo ficou mais produtivo", resume. E ainda completou com volume de questões: "Eu fazia muita questão, errava muito e depois ia atrás de corrigir. Foi isso que fez eu passar no vestibular." A síntese que ela carrega até hoje na faculdade: "Quanto mais rápido você encontrar o que é melhor para você, mais produtivo o seu estudo vai ser."
O primeiro da família a entrar numa federal

Tiago Vieira da Silva, 19 anos, sempre soube qual era o curso: Ciência da Computação. O problema era a nota de corte, 770 pontos na universidade da sua cidade. Alta o suficiente para exigir uma preparação que ele nunca tinha feito de verdade. "Eu sou o tipo de estudante que estuda um dia antes e passa com nota boa. Mas quanto ao vestibular, infelizmente não foi essa realidade que eu tive", admite.
O que funcionou para ele foi exatamente o oposto de tudo que parece produtivo: uma rotina que se dobrou ao seu ritmo, não o contrário. Acordava às 10h, estudava de manhã e de tarde, descansava à noite. "A rotina se encaixou a mim, não eu a ela. Eu escolhi a Filadd porque ela permitiu isso. Eu controlava as horas que queria estudar e começava quando quisesse, sem depender de uma rotina fixa, o que para mim não funciona."
A matéria que mais deu trabalho foi história, não por falta de interesse, mas pelo volume. Quando relatou ao orientador que estava atrasando o conteúdo e ficando ansioso, o cronograma foi ajustado. "Atrasar conteúdo é provavelmente a coisa que mais deixa ansioso quando você está estudando para uma prova com prazo."
Por trás de tudo, havia uma motivação que ele não deixou apagar: ser o primeiro da família a cursar o ensino superior em uma faculdade pública. "Isso me incentivou bastante." A dica que dá a quem começa carrega a mesma lógica de quem aprendeu na prática: "Estudo inteligente não é exaustivo. Se você está estudando 12 horas por dia e ficando maluco, provavelmente está perdendo tempo. Você vai acabar tendo uma crise de ansiedade, ou pior."
O que os relatos têm em comum
Menos sobre quantidade de horas, mais sobre consistência. Estudar todos os dias, mesmo que pouco. Revisar antes de avançar. Pedir ajuda quando travar. E não esperar estar pronto para começar.
Há também uma dimensão emocional que aparece com frequência: a ansiedade não é o problema, mas sim como o estudante reage a ela. Quem passou aprendeu a usar a rotina como antídoto, não o esforço extra de última hora. "Quando surgem incertezas, a rotina é a principal ferramenta de estabilidade. É fundamental retomar o ritmo e lembrar que nada apaga o que foi construído ao longo do ano", afirma Bruno Ferrari, coordenador pedagógico da Filadd no Brasil.
Tecnologia com limite desenhado antes da funcionalidade
"A Filadd nasceu para mostrar que nenhum estudante precisa enfrentar a preparação sozinho", diz Ferrari. A plataforma trabalha com planos de estudo 100% personalizados, ajustados ao ritmo e às dificuldades de cada aluno.
O principal recurso tecnológico é a GênIA, uma inteligência artificial treinada por professores especializados e sincronizada ao material pedagógico da plataforma. Ela acompanha o cronograma, sugere revisões nos momentos certos e identifica padrões de dúvida antes que virem obstáculos. Hoje, cerca de 70% dos alunos utilizam a GênIA como primeiro ponto de contato durante os estudos, enquanto 30% optam por acionar um professor na sequência para confirmar informações mais complexas.
Mas há um detalhe que distingue a abordagem da Filadd de outras soluções baseadas em IA: os limites foram desenhados antes das funcionalidades. "Mais de 90% do tempo de treinamento da GênIA foi dedicado a ensinar quando ela deve parar", explica Ferrari. Quando o sistema identifica sinais de vulnerabilidade emocional, encaminha o estudante imediatamente para orientação humana. Como define o coordenador: "o que tem que ser humano permanece humano."
Cada ciclo de estudo é seguido por nova análise de desempenho. O aluno pode conversar com seu orientador quantas vezes precisar, e há suporte pedagógico e emocional disponível ao longo de toda a jornada.
A Filadd é um cursinho online pré-vestibular 100% personalizado que vem transformando a forma como os estudantes se preparam para o ENEM e vestibulares. Com mais de 3 milhões de usuários e presença internacional, a edtech nasceu na Argentina e chegou ao Brasil em 2021 com o propósito de democratizar o acesso à educação de qualidade. Unindo inteligência artificial, tecnologia de ponta e acompanhamento humano próximo, a Filadd oferece uma preparação adaptada à realidade de cada aluno. A metodologia já contribuiu para aprovações em universidades como USP, UERJ, UFSC, UFOP e UERN.
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