BRT x VLT: qual a diferença entre esses meios de transporte?
A utilização de transporte coletivo é comum, principalmente em grandes centros urbanos por todo o mundo, e aqui, no Brasil, não é diferente. Cada pessoa já deve ter utilizado pelo menos uma vez algum. E por isso um tema que está em alta e é recorrente, aqui no país, é o de mobilidade urbana, que pode ser definida como a capacidade de deslocamento em meio urbano, mas vai além, atualmente, fala-se de produtividade, segurança e até mesmo qualidade de vida.
Em razão da solução e de aperfeiçoamento para o transporte de passageiros e planejamento de transporte público, o país elegeu como solução para melhoria da mobilidade urbana os meios de transporte coletivo BRT E VLT. Você já ouviu falar de algum deles ou até mesmo utiliza no seu cotidiano. Se não, vamos entender melhor como funciona e como se aplica para qualidade de vida e evolução de políticas públicas de trânsito e meio ambiente.
O que é o transporte BRT?
“Bus Rapid Transit” (BRT) é o termo utilizado para sistemas de transporte urbano com ônibus, o qual é considerado uma melhoria na infraestrutura, nos veículos e nas medidas operacionais resultantes da qualidade de serviço. Também, costumeiramente conhecido, como um modelo que imita um “metrô” na superfície por seus carros de ônibus serem adaptados para uma capacidade maior de passageiros e por suas linhas operarem em faixas separadas da pista.
Como funciona o VLT?
O VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) é, como o nome já diz, uma composição ferroviária alternativa que atende a demanda de transporte entre o ônibus e o metrô subterrâneo, também é a base de energia elétrica.
Qual a diferença entre o BRT e o ônibus convencional?
Existem algumas diferenças entre o BRT e o modelo de ônibus convencional, a começar pela mais básica, o BRT possui estações de embarque e desembarque de passageiros devido a sua exclusividade de pista nas ruas e avenidas das cidades.
Além disso, podemos apresentar que o impacto no ambiente que o BRT causa é mínimo em relação aos outros meios de transporte, em comparativo com os ônibus convencionais há redução na emissão de poluentes na atmosfera, e em relação ao ambiente urbano, por ser feito em cima de uma via e ser uma faixa menor para a passagem de um ônibus, a transformação do ambiente urbano e a desapropriação seria mínima.
Com relação à capacidade de transporte de passageiros segundo alguns dados a quantidade de passageiros pode ser de aproximadamente uns 270, o que representado em 1 hora em relação ao número de carros disponíveis pode representar cerca de 45 mil passageiros. Mas isso é uma estimativa, e deve-se considerar a quantidade de paradas, o volume de deslocamento nas cidades.
Os custos são outra diferença entre o ônibus convencional e o BRT. O valor investido para implementação do ônibus convencional tem custo mais baixo. Mas quando falamos de custo para o passageiro, o BRT tem um custo-benefício melhor, já que dependendo da necessidade de deslocamento e distância, o BRT tem o benefício da baldeação entre as estações sem a necessidade de pagar uma nova passagem para a troca de veículo.
Prefeitura do Rio de Janeiro investe no BRT
A prefeitura do Rio está investindo em mais modelos de ônibus tipo BRT para a cidade, cerca de 300 ônibus que serão fornecidos pelo grupo de Jacob Barata Filho, que também administra as principais empresas de ônibus que operam no Rio de Janeiro.
O investimento faz parte de um planejamento da prefeitura que visa tentar melhorar as condições de deslocamento e mobilidade urbana para os cariocas que utilizam o sistema de BRT diariamente.
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